segunda-feira, 18 de maio de 2009

Hoje, no curso, eu e Clícia estavamos conversando com Euzébio (professor de química) quando o celular dele tocou...
"Oi, mãe ... Sério?!?! Passa pra ela ... Oi, vó! Tudo bem? ... Eu estou bonzinho ... Hoje eu vou aí pra lhe ver, tá?! Beijo, vó''
Aí ele começou a nos explicar: "Essa minha vó tem mal de alzheimer e fazem 4 anos que eu não a vejo, porque eu era muito apego a ela e quando ela começou a ter o mal eu quis me afastar pois eu sabia que se eu chegasse perto dela e ela não me reconhecesse, eu não iria aguentar. Depois de 4 anos, ela lembrou de mim. Vou lá hoje.''
Eu e Clícia ficamos caladas, felizes.
Ele: "Caralho! Estou feliz... que merda! Vou chorar!"
Os três sorriram.
Mas a minha vontade memso foi chorar.
Ainda existem pessoas que dão valor à família.
E viva o sentimentalismo!

2 comentários:

João Paulo Pontes disse...

mto bom, rpi.

bjos

vinicius disse...

interessante a história de teu professor!

ao mesmo tempo q mostra uma faceta bem típica das famílias - a do estranhamento. as pessoas parecem que têm culpa por adoecer desta maneira.

depois visita o do meu pai

http://literaturagara.blogspot.com